A Arte de Exportar o Primeiro Passo para a Internacionalização - Parte XII -Estratégias de Exportaçã


Prezados Amigos do Comércio Exterior e Entusiastas da Internacionalização.

Com muita alegria, escrevo mais um artigo e teremos uma sequência de assuntos muito interessantes para nossos leitores e todas aqueles que tem interesse em saber mais sobre a internacionalização de produtos e serviços.

Primeiramente, gostaria de convidar a todos aqueles que ainda não assinaram que assinem nossa Newsletter no Linkedin, "Dicas de Internacionalização" onde traremos tudo sobre como internacionalizar sua empresa, produtos e serviços, curiosidades, dicas, informações importantes para aqueles que ainda não acreditam que é possível internacionalizar sua empresa.

No dia de hoje, vamos nos debruçar em um assunto muito interessante no contexto de estratégias de internacionalização a meu ver um passo muito importante para começar a trabalhar com comércio exterior e principalmente as exportações de seus produtos e serviços.

É qual seria esse passo?

A Regionalização, mas, primeiramente, qual o significado dessa palavra;

Por regionalização pode-se entender a divisão de um grande espaço territorial, com critérios previamente estabelecidos, em áreas menores que passam a ser chamadas de regiões. Cada região diferencia-se das outras por apresentar particularidades próprias.

Enfim, qual a relação disso, com estratégias de internacionalização de empresas?

Ao meu ver, tudo, pois, as empresas, quer queira ou não, são infiltrados em micro ambientes, correlacionados com culturas de todos os países, raças e nações dentro de um mesmo país, uma grande e saudavel miscigenação, traz grandes vantagens a marcas, produtos e serviços que entendem seu consumidor como um todo e trazem uma linguagem única a esse migrantes e imigrantes que se encontram em território "nacional" , por exemplo, e ajudam cada país a se estruturar e crescer como uma nação perene e única.

Obviamente, que tal movimento, pode ser positivo como negativo, criando desafios a serem enfrentados que poucas, empresas, produtos e serviços estão dispostos a investir, mas, para aqueles que tem essa "visão" assumem, uma vantagem competitiva muito grande.

Exemplificando ainda mais, empresas brasileiras, que por exemplo, investem em negócios com países da comunidade portuguesa, ou seja, mesmo idioma, tem uma vantagem competitiva em estarem mais aptos a se comunicarem com um público que teve sua colonização realizada por portugueses, mas, a miscigenação , criou uma rara oportunidade de negócios e assertividades entre as nações, que empresários, podem e devem analisar suas vantagens competitivas, lembrando que a cultura, por mais que o idioma, seja paterno ou materno , ainda é um obstáculo que deve ser estudado fielmente, pois, aqueles que não se aculturam com as nuancias do país, estão fadados a fazerem negócios "spots" e nunca mais entrarem nesses países, por mais que sejam irmãos, são desafiadores para se explorar o mercado e principalmente se estabelecer nele.

Um campo, muito importante e fértil que se torna um celeiro de oportunidades e as empresas, pouco olham, são o eixo América do Sul e Latina, nossos irmãos latinos, onde muitos estão vivendo em nosso país e atendemos todos os dias, são pouco vistos como mercados "atraentes" pura enganação, onde marcas internacionais, exploram esses países, com muita qualidade em seu "approach" e já estão fincadas a anos nesses países, devido a coexistências, arranjos entre países, apoios e demais possibilidades e nós ainda não abrimos os olhos que esse mercado é um dos mercados mais interessantes, para a estratégia de regionalização de um empresa, pois:


  • A Proximidade, traz uma melhor competitividade em fretes e estratégias logísticas, inclusive, de armazenar estoques e produtos em determinados portos, aeroportos ou entre postos.

  • Existem muitos tratados entre os países, que facilitam a negociação de produtos e serviços, com zero impostos, ou linhas de créditos que apoiam a abertura de empresas ou negócios a médio, longo prazo.

  • O Brasil é bem-quisto em nossa região, por mais, que tenhamos dificuldades econômicas, ao longo dos anos, somos uma nação considerada, exemplo, para alguns países, que tem interesse em realizar e manter negócios conosco.


Entre esses pontos acima mencionados, o mais importante é que buscar ser reconhecido "regionalmente" traz alto valor agregado a corporação e se a lição de casa for bem feita, ao passo de buscar outros continentes e serem reconhecidos como uma empresa regional, os ensinamentos, lições e aprendizados, tornam o desafio de crescimento para outros continentes, como o Norte-Americano, Europeu , Africano e Asiático, uma possibilidade mais plausível, pois a empresa está mais madura, para estar presente nesses mercados.

Conheço um número importante de empresas nos setores cosméticos, farmacêuticos, alimentícios e industrial, que detém essa vantagem competitiva e são referência nas "Américas" e fazem frentes com gigantes mundiais desses segmentos e se tornaram líderes regionais e as vezes, por serem líderes, os gigantes mundiais, acabam por adquirir os mesmos, do que se embaterem com eles, porque se regionalizar, é um dos passos mais estratégicos para quem quer se internacionalizar.

Então acompanhe os passos para serem competitivos em seu país, regionalizar a sua operação e internacionalizar sua empresa, são caminhos que bem realizados, levam a tornar seus produtos e serviços altamente confiáveis e competitivos ao mercado internacional.

O velho ditado "a grama do vizinho é mais verde que a sua" funciona, quando realmente olhamos para o nosso "quintal" que tem milhões de consumidores ávidos por novidades, que podem ser multiplicadas entre nações, com maior rapidez, menor custo e muito mais sucesso, do que as vezes, ir para longínquos países, sem nem conhecer o continente que vocês moram.

Sempre convido e convidarei aos meus leitores a sair de sua caixa, olhar fora dela, mas, as vezes, o pote de ouro no fim do arco-íris, está mais próximo do que vocês acham.

Espero que tenham gostado de mais esse artigo, teremos mais, e peço que comentem, curtam e compartilhem.

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Grato.

Douglas de Lima

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