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Networking Mundial! Momento Pós Pandemia.


Networking Mundial! Como se conectar no novo ecossistema de negócios de Internacionalização no Pós-Pandemia.

Prezados Amigos do Comércio Exterior e Entusiastas da Internacionalização de Produtos e Serviços Brasileiros.

Com muita alegria, escrevo mais um artigo, peço que leiam e acompanhem todos os artigos, pois, eles têm uma sequência lógica de assuntos no intuito de apoiar nossos seguidores nos desafios da internacionalização.

Primeiramente, gostaria de convidar a todos aqueles que ainda não assinaram, que assinem nossa Newsletter no Linkedin, "Dicas de Internacionalização" onde traremos tudo sobre como internacionalizar sua empresa, produtos e serviços, curiosidades, dicas, informações importantes para aqueles que ainda não acreditam que é possível internacionalizar sua empresa.

Hoje vamos tratar de um assunto atual e principalmente de muito interesse para todos os empreendedores, empresários de todas as esferas e segmentos, profissionais liberais, prestadores de serviço, enfim, toda uma comunidade internacional que vive de interações globais, comércio exterior, negócios internacionais e está se perguntando?

No "novo normal" como devo fazer meu networking para continuar interagindo com os meus clientes e contatos internacionais, bem como, aumentar minha rede de networking tano no Brasil, como no mundo?

Alguns empresários, me perguntam, se voltar a rotina do "olho no olho" será e deve ser o mais correto, (e mais seguro) adotar um modo híbrido, e realizar a mensuração e avaliar quais os melhores caminhos a serem adotados, enfim:

Qual o melhor caminho?

Desde que o mundo é mundo, enfrentamos pandemias e "ajustes" da mãe natureza, digamos assim, a Terra em que moramos, ciclicamente, cobra o seu preço da moradia humana na Terra e o ser humano, às vezes, abusa da benevolência de um ecossistema tão voraz, sensível e principalmente equilibrado e quando a balança pesa para o desequilíbrio em tempos em tempos, nosso planeta cobra o preço, só não percebeu ainda quem não ama o planeta que habita e o respeita como deve ser.

Com isso, o retorno a vida, há de ser o mais normal possível, mais com respeito e principalmente sabedoria de uso de nossos recursos e principalmente inteligência estratégica em saber qual é o melhor caminho a se seguir.

Grandes empresas, conglomerados internacionais, com suas equipes de supply chain, já estão considerando o movimento de "regionalização" o mais adequado a se seguir.

Onde valorizar os parceiros e países próximos, investindo e capacitando os mesmos, além disso, além de olhar para os vizinhos, olhar para si mesmo, ou seja, o próprio país, como o Brasil, por exemplo e encarar uma política pública que incentive cada vez mais a industrialização local, capacitação de pessoas, novas tecnologias e recursos, no intuito de potencializar a rede de negócios internos e principalmente os negócios com os chamados "vizinhos".

Assim, potencializar as conexões com os países vizinhos, vai ser uma das obrigações de todo profissional de comércio exterior, supply chain e procurement que se habilite a fugir da "China" e se sair fora da caixa e encontrar melhores e maiores opções em sua vizinhança local, ou por exemplo no eixo Américas.

Com isso, esse é o momento de aumentar nosso networking com nossos vizinhos estratégicos, como todo eixo das Américas, por exemplo, isso inclui os Estados Unidos, que já está olhando para o Brasil, estrategicamente, como um país amigável, seguro para investir (dependendo da nossa estabilidade política) a médio e longo prazo, no sentido de aos poucos se desvencilhar da China e potencializar a região e voltar ao processo de regionalização.

Assim, mudar a chave dos relacionamentos é fundamental, nesse novo normal, aproveitando as oportunidades e dosando entre o virtual e o físico.

As feiras internacionais, estão retomando nos grandes centros e mundialmente, as conferências internacionais, projetos compradores, rodadas de negócios, voltaram com tudo, mas, o movimento do híbrido também, onde, podem se acompanhar tanto fisicamente como virtualmente.

Os custos ainda, são um desafio, em questões de passagem aérea, estadia, alimentação, transporte nos grandes centros mundiais, mas, em contrapartida a pegada nômade, onde as empresas, estão, diminuindo seus espaços e aceitando que os times, além de multidisciplinares, sejam mundiais, está sedo favorável para as conexões mundiais e o networking ser mais intenso e eficaz, por exemplo.

É muito comum hoje, conversar, por exemplo com um gerente de produto de uma multinacional de bens alimentícios que está coordenando um time no brasil e ele estar situado na Inglaterra, ou Ásia, bem como vice-versa, mas, vale lembrar que essas empresas, estão voltando novamente a regionalização, como uma opção de segurança para não existir mais rupturas em sua cadeia de abastecimento e poderem operar com segurança e não depender de parceiros longínquos, onde a logística mundial possa ser um desafio e ainda continuará uma incognita por mais alguns anos, por exemplo.

Assim, intensificar as conexões locais e regionais, sair fora da caixa, encontrar soluções caseiras nos vizinhos de cada continente, pode ser uma grande solução ao longo dos próximos anos e estar atento aos negócios é fundamental, nesse novo mundo e ecossistema que estamos vivendo.

Espero que tenham gostado de mais esse artigo, se possível, curtam, compartilhem, salvem para ler posteriormente e claro, estou totalmente a disposição em conversar com todos.

Nos sigam em nossas redes sociais, principalmente aqui no Linkedin e Instagram e se inscrevam em nosso mais novo canal do Youtube, onde compartilharemos dicas, curiosidades e entrevistas sobre o mundo de comércio exterior.

Grato.

Douglas de Lima

Chief Executive Officer and Founder da Brazilian Look Consultoria de Negócios Internacionais.

Formado pela Universidade Nove de Julho em Comércio Exterior, Pós Graduado em Internacionalização de Empresas e Gestão de Negócios internacionais pela Fundação Dom Cabral, Marketing Internacional pela ESPM e Export Supply Chain Management at Canadian National Railway, Certificação Ministrada nas cidades de Toronto e Montreal no Canadá, com 21 anos de experiência de Comércio Exterior e Membro de Comitês de Gestão de Negócios internacionais como o Programa Think Plastic, programa que apoia as exportações da indústria de plástico brasileira patrocinado pela Apex, Palestrante do Sebrae, Fóruns e Congressos de Internacionalização de Empresas, esteve presente em mais de 70 países e realiza negócios em mais de 100.

Desde 2006 a Brazilian Look atua mundialmente com um time de consultores renomados, localizados nos pontos mais estratégicos do globo, realizando consultorias, gestão e internacionalização de empresas, planejamentos estratégicos, estruturação de negócios internacionais, investimentos e comércio exterior nossas divisões de negócios dedicam-se a importação e exportação de uma série de produtos e serviços, com escritórios próprios no Brasil, Portugal e China conectamos todos os continentes em uma rede focada na internacionalização do ativo mais importante, nossos clientes.

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