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Com isso, a empresa ganha competitividade e estímulo para ser mais eficiente. As eventuais dificuldades deixarão de existir se as seguintes orientações forem seguidas quando da formulação do planejamento para a atividade de exportação:

 

  • Estar disposto a investir na organização de seu mercado externo. Sem pesquisa de mercado, escolha cuidadosa dos agentes, definição do consumidor que se pretende atingir e conhecimento das exigências de cada mercado, somente poderão ser realizados negócios esporádicos, nunca permanentes.

  • Estudar o mercado com o qual deseja operar, de modo a avaliar suas efetivas possibilidades comerciais, focando primeiro o cliente depois o produto, suas variedades e características exigidas.

 

  • Dar atenção especial às disposições sobre embalagens, etiquetagem, validade e requisitos fitossanitários, vigentes para o produto no mercado-alvo.

 

  • Manter alguma forma de representação no mercado a conquistar, de modo a oferecer um mínimo de serviço pós-venda.

 

  • Calcular com cuidado os preços de exportação. Além de utilizar com perfeito equilíbrio os incentivos concedidos à exportação, às vezes é necessária apresentar a cotação mais vantajosa possível.

 

  •  Lembrar que as formas de propaganda, publicidade e promoção de vendas de um produto devem estar sempre em perfeita harmonia com as peculiaridades de cada mercado. Para um bom produto sempre haverá um bom mercado.

 

  • Um dos pontos mais importantes, só há uma a razão para que alguém comece a comprar de um fornecedor novo e tão distante: melhor preço, qualidade aceitável, garantia de fornecimento contínuo e atendimento tão eficiente quanto o dos fornecedores tradicionais.

 

  • Não esperar resultados imediatos e grandiosos. A abertura de novos mercados necessita de trabalho a médios e longos prazos. Na realidade trata-se de um investimento que feito com seriedade é fruto de grandes resultados.

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